Uma questão que me colocam algumas vezes é o que é melhor: tirar um curso ou fazer uma consulta de feng shui?

Naturalmente que uma consulta, quando bem feita, vai à origem das questões, oferecendo sugestões de mudança e potencial cura do espaço e habitantes. No entanto é uma ajuda pontual, que não se propaga no tempo. Inevitavelmente, com a dinâmica cíclica da vida, surgem novas questões e desafios. Sendo o feng shui um modo de vida, onde a vantagem é saber a linguagem da casa para nela agir sempre que necessário, um curso dá outro substracto e mais informação experiêncial. Dá mais ferramentas e uma compreensão mais ampla que ajudam a uma mudança mais assertiva no espaço individual.

Por outro lado o sucesso da aplicação do feng shui vai sempre depender de uma aplicação flexível dos seus princípios. O que se torna um desafio para quem tenta aplica-los de forma intelectual ou seguindo prescrições. Um bom consultor deve ouvir e encaminhar tendo em conta a singularidade de cada habitante, para além da receita.

O estudo, vivência e aprofundamento desta arte, ensina-nos que existe uma metafísica base, mas que cada caso é um caso. Cada experiência tem a sua identidade. Cada habitante o seu carácter. Cada casa a sua especificidade.
Para uma primeira noção do que é o feng shui e vê-lo em acção uma consulta pode fazer sentido.
Para integra-lo no dia a dia, respeitando a individualidade de cada habitante, um curso é o ideal.