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SiDURi ~ O Abraço Abundante e Alquímico do Submundo

8,00 

Dos confins dos tempos surge um conto em três actos. Três momentos que nos ligam à paisagem eco-mitológica do amor e do luto, numa fabulação de um dos fragmentos do Épico de Gilgamesh. Uma jornada de resgate de Siduri, a que detém sabedoria das relações, intimidade e libações, do voltar ao corpo e ao toque, da ablução em águas sagradas, num convite a recuperar o lugar da alegria e intimidade. Estas são as instruções para amassar o pão ancestral das relações que nos consagram de volta à Vida, as que fazem o luto e eco-ansiedade moverem-se.

 

Difícil é a travessia, estreito é o caminho, mas, eventualmente, retornamos inteiros.

Maria João Lucas

Maria João Lucas

Este livro adentra uma parte da “mitologia” para mim desconhecida e misteriosa. Revela sem orientar, descobre sem indicar, aprofunda sem mandar.

Sente-se na pele o tal abraço abundante de tudo o que é, sem julgamento ou resposta, sem certo nem errado.

Conta estórias imemoriais sem pretensões. Mais uma iguaria para o meu espírito intrépido. Teias entre o imaginário e o real. Apenas é.

Livro de Bolso, A6, 90 páginas. Impresso em papel reciclado.

 

Índice:

  • O grande Auroque perdido no Abismo
  • A Deusa Velada
  • Banquete no Umbral
  • O Impulso, talvez a Necessidade, quem sabe a Inspiração
  • A Epopeia de Gilgamesh matriz da psique moderna ocidental
  • O Grande Auroque (Gilgamesh)
  • Gémeo Selvagem (Enkidu)
  • A Deusa Velada (Siduri)
  • Chave eco-mitológica Jardim do Paraíso
  • Chave eco-mitológica Deusa Taberneira e Guardiã Ofídica da Árvore-da-Vida
  • Siduri e Gilgamesh A Simbiose do Luto
  • Rude Gilgamesh o legado

🌳 Estes vários livros são como vários territórios, lugares diferentes de resgate da polimorfa Imanência. 

Peregrinações caleidoscópicas em profundidade, às raízes da identidade moderna, em todos os seus preconceitos, intrínseca violência e absurdas limitações. Diferentes jornadas de amor pela poesia da complexidade, da diversidade e da metamorfose. Tecelagens de histórias vivas que nos recordam do que esquecemos, da sacralidade do chão e da Vida. Complementos ao vício da transcendência, em rigor e responsabilidade.