(Des)Formação Eco-Mitologia com Sofia Batalha

ESGOTADO!

Esta é uma peregrinação há muito sonhada e co-criada pelo território que me envolve.

Cartografamos a Alma ao mapear o Lugar.

Uma (des)formação totalmente ‘online’ ao longo de 9 semanas.
Segundas das 18.30h às 20h, de 4 de Março a 29 de Abril.

Há muito que esta (des)formação me sonhava. Há muito que me impelia e rasgava. Esta é uma peregrinação visceralmente co-criada pelo território que me envolve. Cartografamos a Alma ao mapear o Lugar.

Uma (des)formação totalmente ‘online’ para cada um poder fazer o trabalho no seu próprio lugar.

 

Partimos de um chão profundo e animista, voltando à primeva senciência das estrelas, montanhas, árvores e águas, a consciência ecológica e cósmica que tece mitos e fertiliza sonhos. Contamos histórias de cheiros e texturas, contos de cores e sabores, narramos o vento e a temperatura. Cartografamos a pertença, enquanto monstros híbridos nos olham de volta.

Partimos do lugar onde a nossa psique é totalmente enredada com a ecologia mais-que-humana que nos circunda. Fissuramos a individualidade e reconhecemo-nos como holobiontes, seres compostos de diversas comunidades em simbiose. Trazemos as nossas muitas vozes, sem as querer uniformizar, aplacar ou tornar coerentes. Gentilmente tocamos na ferida sem a querer curar, mas escutando a sua sabedoria.

Trazemo-nos mesmo aqui, a este corpo, tempo e território, apesar do luto e da dor, sustemos e ancoramos o desdobramento da Vida.

Pretendemos inscenderao contrário de ascender, pretendemos voltar ao núcleo –, expandindo as práticas em reverência e revelação, as ancestrais e as emergentes, de ligação aos lugares, ao selvagem e ao corpo-alma, em responsabilidade e criatividade ecológica profunda.

Encontramos uma liberdade profunda na fractura de quem achávamos sermos, ao encontrar talismãs, elixires e encantos ancestrais, de sopro e toque, de memória e emergência. Re-escrevemo-nos enquanto o chão treme.

Para quem é esta (des)formação?

Convido um grupo de mamíferos, humanos, terapeutas, educadores e outros praticantes, para abrirmos um espaço pioneiro de práticas de ligação aos territórios, escutando a sabedoria mais-que-humana que sustenta a metamorfose e a transformação selvagem. Assim (re)criamos colectivamente territórios de responsabilidade e reciprocidade profunda nas práticas singulares de cada um.

Este é uma convocação para nutrir a relação selvagem e recíproca entre o corpo, a mente e os lugares, aprofundando a relação com a memória ou a melodia da Alma Ecológica e da Psique Mítica. É um percurso para pessoas que se permitam sentir e ser desafiadas em humildade na sua identidade, realidade e forma de estar do dia a dia. Pretende por-nos em causa, para ser possível visionar diferentes possibilidades de ser e estar, singularmente e em comunidade.

Não é um curso de receitas ou formulações fechadas, mas um convite à (re)descoberta da valiosa sabedoria contextual de cada um. Sem prescrições genéricas de como partilhar ou praticar. Sem sobrecarga e inundação de directivas sobre como fazer, permitindo a transformação e a eco-vinculação.

Objetivos subjectivos da (des)formação

  • Criar um espaço de relação e oferenda através da sagrada mudança de perspectiva na íntima conexão aos lugares e no sagrar do corpo, nutrida singularmente pela imaginação selvagem.
  • Sustentar encontros inquietantes e regenerativos para as perguntas difíceis do nosso tempo – tanto as individuais como as colectivas.
  • Resgatar a diversidade e porosidade da identidade, em responsabilidade.
  • Mudar de perspectiva e percepção da identidade de individual para eco-sistémica.
  • Abraçar a hibridação de cada pensamento, sensação, emoção ou criação como um diálogo recíproco com o mais-que-humano.
  • Acolher a sazonalidade pessoal.
  • Recuperar ferramentas ancestrais e singulares de vínculo, co-regulação e pertença.
  • Cultivar de capacidade de resiliência e vulnerabilidade.
  • Recolectar dos vários tipos de inteligência instinto, intuição e razão. Assim como remembrar as várias camadas sensoriais.
  • Abrir à imaginação como activismo de presença e responsabilidade.
  • Regenerar a criatividade como processo terapêutico de conexão profunda.
  • Praticar a escuta e presença radicais – ouvir sem tentar responder, estar sem pressa ou expectativa.

Datas & Temas

Uma (des)formação totalmente ‘online’ ao longo de 9 semanas. O formato ‘online’ é essencial para todos estarmos no nosso Lugar e assim devotar-lhe atenção ao longo das sessões.

Segundas das 18.30h às 20h: 4, 11, 18, 25 de Março, 1, 8, 15, 22 e 29 de Abril.

Apesar das sessões serem gravadas, a premissa fundamental é presença síncrona em cada uma.

Abarca a eco-mitologia e ecopsicologia, eco-espiritualidade, pensamento animista sistémico e complexidade, a decolonização, antigas práticas rituais de conexão e múltiplas formas de arte.

Este programa inclui uma sessão privada comigo onde aprofundaremos a tua visão do trabalho e pesquisa da Eco-Mitologia, durante esta sessão, podemos fazer um brainstorming, aprofundar uma ideia específica ou explorar formas adicionais de trabalhar com as suas próprias práticas.

Programa

Sessão 1 – 4 de Março – Labirinto de Lama

Sessão 2 – 11 de Março – Águas Míticas

Sessão 3 – 18 de Março – A Velha das Montanhas

Sessão 4 – 25 de Março – Florestas Arcanas

Sessão 5 – 1 de Abril – Jardins Silvestres

Sessão 6 – 8 de Abril – Desertos Fractais

Sessão 7 – 15 de Abril – O Fruto da Gruta

Sessão 8 – 22 de Abril – Iniciação do Pântano

Sessão 9 – 29 de Abril – Sabedoria Primeva das Plêiades

Valor 360€

Descontos
[ESGOTADO]

De 6 a 20 de Fevereiro – o valor total fica em 260€

Quero ficar em lista de espera

14 + 7 =

🌳 Estes vários livros são como vários territórios, lugares diferentes de resgate da polimorfa Imanência. 

Peregrinações caleidoscópicas em profundidade, às raízes da identidade moderna, em todos os seus preconceitos, intrínseca violência e absurdas limitações. Diferentes jornadas de amor pela poesia da complexidade, da diversidade e da metamorfose. Tecelagens de histórias vivas que nos recordam do que esquecemos, da sacralidade do chão e da Vida. Complementos ao vício da transcendência, em rigor e responsabilidade.