Partindo do principio que as nossas casas são a nossa extensão e reflexo, não estamos de todo dissociados dos espaços que habitamos.
As casas fazem parte das nossas escolhas e realizações.
Podemos optar activamente ou passivamente por uma casa. Uma opção activa é algo que quero realmente fazer, “Esta casa é mesmo o meu espaço, quero mesmo vir morar para aqui”. Por outro lado uma escolha passiva é como se a vida me empurrasse para determinada habitação, como se não tivesse escolha ou opção, como se aquele espaço estivesse de certa forma a ser-me impingido. Posso não o sentir totalmente como meu.
No entanto uma escolha passiva é sempre uma escolha, é sempre uma opção tomada.

Durante a vida mudamos de casa. As nossas casas vão acompanhando o nosso percurso, a nossa realidade.
Há quem fuja de si próprio ao mudar muitas vezes de casa. Há quem se tente encontrar nesse processo.
O fundamental nas casas que habitamos é que não são dissociadas no nosso caminho de vida, da nossa jornada.

Uma questão que me colocam frequentemente é se é melhor mudar de casa, como forma de re-iniciar um processo, um padrão, uma vida. Sendo a casa uma extensão do corpo (quer gostemos quer não) não está dissociada de nós. Mudar de casa normalmente não é a solução.

É preciso curar, dentro do possível, a casa que habitamos. É preciso ouvi-la, senti-la e transforma-la, para que quando mudemos de espaço possamos realmente evoluir.
Se não o fizermos corremos o risco de mudar para uma casa, que mesmo muito diferente em termos estruturais, tem as mesmas questões do ponto de vista energético.
Para mudarmos e evoluirmos é necessário interpretar e diagnosticar a casa onde habitamos AGORA!

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