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Na Sociedade Ocidental, extremamente yang, e orientada para a produção, todos somos avaliados e julgados pelas nossas ações no mundo exterior.
Tratam-se de exigências muito concretas e objetivas que nos moldam para sermos constantemente ativos e produtivos para o exterior, seja no trabalho ou na socialização.
O próprio Feng-Shui é chamado de Feng-Shui Yang, pois trata da energia dos vivos.

No entanto as mulheres sempre ocuparam um espaço mais Yin.
Ao longo de milénios fomos perdendo a nossa conexão natural com a natureza, negligenciando os nossos ciclos femininos e mesmo o nosso corpo.
Socialmente foi-nos retirado um pouco do nosso poder pessoal quando o trabalho doméstico e de educação dos filhos deixaram de ser considerados como ativos e dignos de nota.
Neste momento na nossa sociedade todos estamos formatados para “julgar” uma mulher que fique em casa com os filhos, como “dependente”, “com falta de interesses próprios” ou “sem vontade de fazer nada”.
Individualmente a linguagem das emoções passou para segundo plano, passando a ser vista como inferior a uma linguagem linear e racional.
O próprio processo intuitivo passou a ser considerado inferior sendo avaliado em confronto direto com a linguagem e método cientifico.

O Feng Shui Feminino® pretende reclamar esse espaço Yin de volta. Conferir-lhe a dignidade. Respeitar os ciclos da vida e o poder do sagrado feminino, através da aproximação à simbologia individual e aos ciclos naturais.
Através da análise de Feng Shui Feminino®, da observação e interpretação acedemos às nossas emoções mais intimas, podendo assim reclamar de uma novo um pouco do nosso poder pessoal e intemporal.