Se há algo que o feng shui nos ensina é que nada é estático, tudo está em constante mutação e transformação em função dos ciclos universais e pessoais.
A relação bi-direcional das pessoas com as suas casas é disso um óptimo exemplo.
A vivência na casa vai naturalmente mudando ao longo do tempo, sendo que um espaço sentido como pleno ou perfeito possa, com o tempo, começar a ser sentido de forma mais fragmentada e difusa.

“Uma casa onde adorava viver, neste momento detesto lá estar!”
É muito difícil para alguém que acabou de passar por uma profunda transformação pessoal manter o espaço igual ao que estava. Tudo o que está espelhado no seu espaço pessoal simboliza o momento anterior à transformação, todo o chi flui ainda da mesma maneira. Nestes casos torna-se urgente uma intervenção na casa, muitas vezes sob a necessidade visceral de uma enorme e profunda limpeza.

Quando algo significativo muda na nossa vida tendemos a materializar essa mudança no nosso espaço pessoal. Depois de um divórcio, se a casa de família não for vendida, quem fica lá a viver tende a fazer obras ou mudanças significativas no espaço, seja nas cores, materiais ou formas.
Quando mudamos de emprego a casa tende a sofrer novos arranjos, isto se não mudarmos mesmo de habitação.

O contrário também é verdade, ou seja, a casa onde habitamos pode obrigar-nos a transformar, empurrando-nos para a mudança. O nosso espaço pessoal comunica-nos estas mudanças através da materialização de patologias, como inundações, bolores ou salitre por exemplo.

Por fim temos as intervenções de feng shui, onde tentamos conscientemente catalisar a mudança com a acção directa na casa e no ciclo temporal adequado.

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