10717688_10152720859520750_1511404363_n(Aluno da ENFS e colega no curso avançado de BaZi)
Aluno dos 3 anos do curso curricular no IMP, incluiu o Feng Shui no seu trabalho de design de interiores, criando espaços mais completos e harmoniosos.

Nome: José Lourenço
Nome do projecto: Red Centre – Design & Feng Shui
Email: geral@redcentre.pt

O que te fez interessar por Feng Shui?

Um trabalho que desenvolvi ainda na faculdade para a disciplina de Higiene e Conforto sobre o tema “Terapias Alternativas aplicadas ao Design de Interiores”. Na altura resolvi incidir a minha pesquisa sobre a Cromoterapia e o Feng Shui. Lembro-me que o primeiro livro que adquiri foi “Feng Shui – A arquitectura sagrada do Oriente” de Celso Yamamoto. Identifiquei-me de imediato com o que li e comecei logo a procurar mais informação. Infelizmente, na altura, não existiam escola de formação em Portugal e, como ainda estava na faculdade, deixei latente este fascínio.

Como foste seguindo os passos da formação? O que te fez sentido e o que não?

Em 2005, resolvi ingressar no curso de Feng Shui do IMP e, desde essa altura, nunca mais parei. Existe sempre algo novo que nos incita a continuar a procurar, a querer saber, para posteriormente ajudar a harmonizar a vida das pessoas / clientes que nos procuram.

De que forma mudou a tua vida?

Como eu costumo dizer aos novos alunos… “preparem-se para que a vossa vida dê uma volta de 180º” (risos). Foi assim comigo e com todos com os quais me cruzei. Não sei se é por abraçar uma egrégora diferente à que estamos acostumados e que faz com que a nossa perspetiva das coisas, ou da vida, se transforme.

Queres partilhar alguma história sobre a aplicação do Feng shui na tua vida? O que resultou, o que não resultou?

Por onde começar?! São tantas! Penso que a que mais reflete o que entendo por Feng Shui foi a consulta realizada a casa de uma amiga minha. Tudo começou por sentir que a sua vida laboral se encontrava desorganizada (em termos de rumo / objetivo) e a sua vida emocional tinha chegado a um ponto em que, sempre que estava para se juntar com o namorado, o relacionamento rompia muitas das vezes sem motivo. Após a análise de Feng Shui tudo se tornou claro. A sua vida profissional estava no quarto ocupado pelo filho de 8 anos. Um quarto de uma criança nunca está organizado. E o feng shui clássico revelou que ela tinha comprado aquela casa com o objetivo de libertação do falecimento do seu antigo marido para poder seguir em frente sozinha com o filho. Sozinha! A casa não tinha sido comprada com o objetivo de constituir família mas com o intuito de se libertar do passado. A solução passou por trocar de quarto com o filho e quando pensasse em se juntar com o namorado ponderasse abandonar aquela casa. No decorrer de 3 meses ela abandonou o emprego instável e abriu a sua própria empresa, arranjou um namorado e mudou-se para casa dele. Curiosamente alugou a casa a uma senhora acabada de divorciar. (Coincidência?!) Tirei disto uma grande lição. Às vezes o Feng Shui não se trata de mudar as paredes de cor mas de consciencialização relativamente à energia que nos rodeia.

Queres deixar algumas palavras para quem se interesse por Feng Shui?

Hoje em dia, com a variedade de livros que existem sobre a matéria, torna-se cada vez mais difícil de discernir a que camada do conhecimento se refere o livro podendo nós encontrarmos informação que pode parecer antagónica. O meu conselho, a quem tem interesse em saber mais, passa por se dirigirem a uma das escolas disponíveis e ingressarem num curso elementar. Assim saberão que o que estão a receber parte de uma base concreta e, quem sabe, continuarem.